GRAMÁTICA SECRETA DA LÍNGUA PORTUGUESA

GRAMÁTICA SECRETA DA LÍNGUA PORTUGUESA

$33.862
IVA incluido
Sujeto Disponibilidad de Proveedor
Editorial:
(540).ZEFIRO EDIÇOES
Año de edición:
ISBN:
978-989-677-119-5
Encuadernación:
Otros
Idioma:
PORTUGUES
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(Precedida de "Arte Poética") Obras Completas de António Telmo -Volume II A NATUREZA SAGRADA DA LÍNGUA PORTUGUESA Partindo do livro de estreia do autor - Arte Poética - lançado há meio século, até à obrade génio que é a Gramática Secreta da Língua Portuguesa - onde aespantosa intuição do idioma pátrio como língua sagrada nos écabalisticamente desvelada pelo filósofo António Telmo. «A língualiga. É, essencialmente, relação, comunicação, para que nos entendamos uns com os outros. No plano prático da vida, as palavras designam,não significam. O interlocutor nem sequer tem consciência delas e,muito menos, dos fonemas, que as compõem. É um falar automático em que as frases funcionam como intenções, muito mais do que comosignificações. Só o poeta e o filósofo têm consciência actual, emacto, dos fonemas e das palavras como significações. A metáfora é como uma alavanca cujo ponto de apoio é a significação imediata de algodado objectivamente e que é depois aprofundada pela criação de novassignificações, sem que se perca a relação com o dado inicial.» António Telmo «Na única vez que estive na biblioteca de António Telmo, na sua casa de Estremoz, pude observar alguns dos blocos onde António Telmotomava dia a dia as suas notas. Fazia-o a tinta, numa letra miudinha,de quem não desenhava mas concentrava ao máximo as energias.Apercebi-me então que esses parágrafos, todos ainda inéditos, diziamrespeito quase sempre a apontamentos de gramática poética. A ciênciadas letras foi decerto aquela que mais o ocupou. Nas letras viu ele osegredo da ligação entre o mundo sensível e o do espírito, o únicoponto de apoio firme, do qual todos os outros decorriam, para acederao plano espiritual. Valorizou-as pois em si, sem as utilitarizar, eainda aí, mesmo continuando a escrever para uma plateia de filósofos,o autor deste livro comportou-se como um daqueles poetas superiormente inspirados que ele tanto prezava.» António Cândido Franco in Prefácio

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