100 DIAS QUE ABALARAM O REGIME - A CRISE ACADÉMICA DE 1962

100 DIAS QUE ABALARAM O REGIME - A CRISE ACADÉMICA DE 1962

$25.098
IVA incluido
Sujeto Disponibilidad de Proveedor
Editorial:
TINTA DA CHINA
Año de edición:
Temática
Enciclopedias y diccionarios
ISBN:
978-989-671-117-7
Páginas:
144
Encuadernación:
Otros
Idioma:
PORTUGUES
Dimensiones:
21x14
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O comunicado n.º0, de 26 de Março de 1962, assinado pelas Associaçõesde Estudantes, relatava os factos que deram origem à Crise Académicade 62, que se prolongaria por mais cerca de quatro meses. De permeio,assistiu-se a uma greve às aulas e aos exames nas universidades deLisboa, Coimbra e Porto, a muitas cargas policiais algumas com invasão de instalações universitárias, ao pedido de demissão do reitor daUniversidade Clássica de Lisboa, Prof. Marcelo Caetano e à prisão, nanoite de 10 para 11 de Maio, dos 1200 estudantes que se encontravam na cantina universitária em solidariedade com os seus colegas que faziam a Greve de Fome. Naturalmente que o poder reagiu de forma violenta.Para além da repressão policial directa, expulsou dezenas deestudantes das universidades, chamando outros, intempestivamente, para o serviço militar. E, no entanto, nunca o governo conseguiu abafar avoz dos estudantes ou destruir as suas associações. É de toda estarica experiência de luta que se fala neste livro, pela voz de muitosdos seus principais intervenientes. As diversas fases da lutaestudantil podem ser acompanhadas através de uma completa cronologiaque abarca o período que vai de 1952 a 1962.

O comunicado n.º0, de 26 de Março de 1962, assinado pelas Associaçõesde Estudantes, relatava os factos que deram origem à Crise Académicade 62, que se prolongaria por mais cerca de quatro meses. De permeio,assistiu-se a uma greve às aulas e aos exames nas universidades deLisboa, Coimbra e Porto, a muitas cargas policiais algumas com invasão de instalações universitárias, ao pedido de demissão do reitor daUniversidade Clássica de Lisboa, Prof. Marcelo Caetano e à prisão, nanoite de 10 para 11 de Maio, dos 1200 estudantes que se encontravam na cantina universitária em solidariedade com os seus colegas que faziam a Greve de Fome. Naturalmente que o poder reagiu de forma violenta.Para além da repressão policial directa, expulsou dezenas deestudantes das universidades, chamando outros, intempestivamente, para o serviço militar. E, no entanto, nunca o governo conseguiu abafar avoz dos estudantes ou destruir as suas associações. É de toda estarica experiência de luta que se fala neste livro, pela voz de muitosdos seus principais intervenientes. As diversas fases da lutaestudantil podem ser acompanhadas através de uma completa cronologiaque abarca o período que vai de 1952 a 1962.

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