UMA NOVA POBREZA URBANA

UMA NOVA POBREZA URBANA

$48.732
IVA incluido
Sujeto Disponibilidad de Proveedor
Editorial:
ALAMEDA IBD
ISBN:
978-85-7939-446-1
Páginas:
142
Encuadernación:
Otros
Idioma:
PORTUGUES
$48.732
IVA incluido
Sujeto Disponibilidad de Proveedor

Poucas imagens representam melhor a condição de subdesenvolvimento (ou capitalismo periférico) do que o interior da moradia popular. Os bens eletrônicos e eletrodomésticos carregam no seu design referencias deum padrão tecnológico e estético que contrasta com a casa que, emgeral, é produto da autoconstrução, e com o baixo padrão desaneamento.
O projeto neo-desenvolvimentista do governo federalincluiu o incentivo à compra de móveis e bens doméstico, além decarros e motos, pelo mercado popular, visando um movimento contracíclico em relação à crise internacional de 2008. O investimento naconstrução civil também fez parte do projeto.
Esse movimentorepetiu dinâmica semelhante que teve lugar em meados do anos 1970 comas mesmas consequências. O mercado interno de consumo se ampliou masas condições urbanas de vida, dependentes de políticas públicas,permanecem precárias após um intervalo de 40 anos. É o que revela este livro de Kauê Lopes dos Santos baseado em pesquisas realizadas emdois bairros periféricos da metrópole paulistana.
A novidade entreesses dois momentos fica por conta da internet e das lan houses, dosexpedientes financeiros que viabilizam as compras e da concentração do comércio varejista em algumas grandes empresas.
A condição de vida urbana não mudou. Persiste a negação do direito à cidade para ostrabalhadores o que permite questionar tais propostasdesenvolvimentistas.

Poucas imagens representam melhor a condição de subdesenvolvimento (ou capitalismo periférico) do que o interior da moradia popular. Os bens eletrônicos e eletrodomésticos carregam no seu design referencias deum padrão tecnológico e estético que contrasta com a casa que, emgeral, é produto da autoconstrução, e com o baixo padrão desaneamento.
O projeto neo-desenvolvimentista do governo federalincluiu o incentivo à compra de móveis e bens doméstico, além decarros e motos, pelo mercado popular, visando um movimento contracíclico em relação à crise internacional de 2008. O investimento naconstrução civil também fez parte do projeto.
Esse movimentorepetiu dinâmica semelhante que teve lugar em meados do anos 1970 comas mesmas consequências. O mercado interno de consumo se ampliou masas condições urbanas de vida, dependentes de políticas públicas,permanecem precárias após um intervalo de 40 anos. É o que revela este livro de Kauê Lopes dos Santos baseado em pesquisas realizadas emdois bairros periféricos da metrópole paulistana.
A novidade entreesses dois momentos fica por conta da internet e das lan houses, dosexpedientes financeiros que viabilizam as compras e da concentração do comércio varejista em algumas grandes empresas.
A condição de vida urbana não mudou. Persiste a negação do direito à cidade para ostrabalhadores o que permite questionar tais propostasdesenvolvimentistas.