O entrecho cruza e deslinda histórias de amor. Passam-se estas emCoimbra, no seio de uma cidade sempre mágica, tal como a caracterizoupara sempre Antero de Quental. É assim, guiado pela mão sábia (doautor), que o leitor poderá confiar-se à transfiguração retrospectivade Coimbra eterna, mas agora volvida aos inícios do decénio de 70, ouseja, agora devolvida ao ambiente político e social da Regeneração, em pleno século XIX. João Mendes Ferreira teve de se dar a um esforço,plenamente alcançado, de investigação histórica.