´Sigo o retrato a preto e branco num eléctrico em tons decinza.Passo o mosteiro, o miradouro, os chapéus de coco e os bigodes.Atravesso por sorrisos meio escondidos das culpas absolvidasà Deixeiassim as horas do castelo e chego à praça, chego ao rio, O Tejoconvoca-me para as pontes do futuro numa distante travessia. Ocorre-me a nostalgia, a saudade de um tempo que não conheci...´