A segurança e a defesa não permitem isolamentos ou hegemonias -aparentes ou confirmadas - de um Estado face a determinado tipo deriscos, desafios ou ameaças, uma vez que estes (emergem)concretizam-se nas mais díspares regiões do Globo, afectando, de modotransversal, uma pluralidade de Estados e actores que ultrapassamquaisquer categorias políticas, sociais ou identitárias. O fenómenoterrorista constitui uma das ameaças mais prementes à segurança dosEstados, configurando um instrumento de análise que, de modotransversal, permite aferir a dinâmica, coordenação einteroperabilidade dos sistemas de segurança na acçãocontraterrorista. A existência de uma Estratégia NacionalContraterrorista é indispensável. Os resultados desta investigação,terminada no início de 2014, vieram a confirmar isso mesmo. EmFevereiro de 2015, e no rescaldo dos ataques de Paris, foi aprovada,por Resolução do Conselho de Ministros, a Estratégia Nacional deCombate ao Terrorismo, cujo conteúdo vai ao encontro das propostasentão gizadas nesta investigação.