Quando é que vens?
Quando é que chamas, à noite,
e a voz
nuate consente?
Quando é
que te pressentem
os exilados
astros do amor?
Por que nao vens e abres
os escurosjardins
florescidos nas pálpebras
e iluminas
os pátiosinteriores da tua voz?
Por que nao desces dos torreoes damadrugada
e poes a pastar os meus dedos na tua carne?
Quando éque vens?
Quando é que chamas, à noite,
negro
afluente
deque me transborda a voz?
Quando é que vens?
Quando é que chamas, à noite,
e a voz
nuate consente?
Quando é
que te pressentem
os exilados
astros do amor?
Por que nao vens e abres
os escurosjardins
florescidos nas pálpebras
e iluminas
os pátiosinteriores da tua voz?
Por que nao desces dos torreoes damadrugada
e poes a pastar os meus dedos na tua carne?
Quando éque vens?
Quando é que chamas, à noite,
negro
afluente
deque me transborda a voz?