POLLYANNA GOUVEIA MENDONÇA MUNIZ
A queixa do jesuíta Manuel da Nóbrega, ainda nos idos de 1553, não éde toda verdadeira. Houve, é certo, diversos padres que foram exímiostransgressores, cometendo todo tipo de delito, mas também outros queintegraram o Tribunal de vigilância religiosa e moral. É entre essesdois extremos que Pollyanna Mendonça Muniz procura compreender odesafio que foi erigir o bispado do Maranhão e quanto a JustiçaEclesiástica teve de participação nesta empreitada. Um bispado, comodemonstra a autora, que se interessou mais por vigiar que pela açãopastoral.O resultado dessa pesquisa é uma obra original e uma leiturarenovada em prosa fluente acerca da Justiça Eclesiástica e do clero no século XVIII. Réus de Batina é História das que melhor se pode fazernos dias de hoje.
A queixa do jesuíta Manuel da Nóbrega, ainda nos idos de 1553, não éde toda verdadeira. Houve, é certo, diversos padres que foram exímiostransgressores, cometendo todo tipo de delito, mas também outros queintegraram o Tribunal de vigilância religiosa e moral. É entre essesdois extremos que Pollyanna Mendonça Muniz procura compreender odesafio que foi erigir o bispado do Maranhão e quanto a JustiçaEclesiástica teve de participação nesta empreitada. Um bispado, comodemonstra a autora, que se interessou mais por vigiar que pela açãopastoral.O resultado dessa pesquisa é uma obra original e uma leiturarenovada em prosa fluente acerca da Justiça Eclesiástica e do clero no século XVIII. Réus de Batina é História das que melhor se pode fazernos dias de hoje.