REALEZA CRISTÃ NA ALTA IDADE MÉDIA

REALEZA CRISTÃ NA ALTA IDADE MÉDIA

$47.125
IVA incluido
Sujeto Disponibilidad de Proveedor
Editorial:
ALAMEDA IBD
ISBN:
978-85-98325-55-2
Páginas:
364
Encuadernación:
Otros
Idioma:
Castellano
$47.125
IVA incluido
Sujeto Disponibilidad de Proveedor

O livro do historiador Marcelo Cândido se insere na tradiçãohistoriográfica francesa sobre a reflexão acerca dos limites dasensibilidade política ocidental por meio do esclarecimento das noções de realeza e poder público.
Como sugere o título do volume,Marcelo Cândido contrapõe à uma realeza germânica sagrada e mágica,exercida no quadro de uma suposta privatização do poder real, umarealeza \\\"cristã\\\", definida como \\\"pública\\\". A opção pelostermos \\\"cristão\\\" e \\\"público\\\" para a definição daexperiência política da Alta Idade Média não deriva de um esforçometodológico próximo ao ficcional, tão caro à historiografia queimperou aqui e no exterior entre os anos 1960 e 1990, mas da\\\"redescoberta\\\" do vocabulário empregado pela própriadocumentação de época.
Esta vitória do método, exibe o potencial do historiador de dialogar de forma crítica e lúcida com pressupostosfirmes que formam o senso comum contemporâneo relativo às origens efundamentos do Estado e da tradição política moderna, supostamentenascidos em contraste com a experiência medieval. É desta maneira, com rigor e seriedade, que Marcelo Cândido vai dialogar com a tradiçãoclássica sobre os estudos medievais, estabelecendo uma visão clara edinâmica do período.

O livro do historiador Marcelo Cândido se insere na tradiçãohistoriográfica francesa sobre a reflexão acerca dos limites dasensibilidade política ocidental por meio do esclarecimento das noções de realeza e poder público.
Como sugere o título do volume,Marcelo Cândido contrapõe à uma realeza germânica sagrada e mágica,exercida no quadro de uma suposta privatização do poder real, umarealeza \\\"cristã\\\", definida como \\\"pública\\\". A opção pelostermos \\\"cristão\\\" e \\\"público\\\" para a definição daexperiência política da Alta Idade Média não deriva de um esforçometodológico próximo ao ficcional, tão caro à historiografia queimperou aqui e no exterior entre os anos 1960 e 1990, mas da\\\"redescoberta\\\" do vocabulário empregado pela própriadocumentação de época.
Esta vitória do método, exibe o potencial do historiador de dialogar de forma crítica e lúcida com pressupostosfirmes que formam o senso comum contemporâneo relativo às origens efundamentos do Estado e da tradição política moderna, supostamentenascidos em contraste com a experiência medieval. É desta maneira, com rigor e seriedade, que Marcelo Cândido vai dialogar com a tradiçãoclássica sobre os estudos medievais, estabelecendo uma visão clara edinâmica do período.