PRIMEIRAS VONTADES - DA LIBERDADE POLÍTICA PARA TEMPOS ÁRDUOS

PRIMEIRAS VONTADES - DA LIBERDADE POLÍTICA PARA TEMPOS ÁRDUOS

$30.507
IVA incluido
Sujeto Disponibilidad de Proveedor
Editorial:
(523).DOCUMENTA
Año de edición:
ISBN:
978-989-8618-06-1
Páginas:
208
Encuadernación:
Otros
Idioma:
PORTUGUES
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«Vivemos tempos árduos. Desde que a crise se instalou no opulentoOcidente, um esquema societário da subtracção hegemoniza-se sob ofundamento duplo de que, na ordem dos factos, o mundo não basta paratodos e de que, na ordem dos valores, não devemos dar por garantidonenhum direito adquirido quanto à existência digna no mundo. O próprio exercício da escolha, que os ciclos democráticos pressuporiam, éposto sob a suspeita da leviandade. A democracia ganha aversão aosdemocratas. No fundo da questão, o que se instala no regime societário da subtracção é a adversidade à própria vontade de escolher. Osensaios deste livro procuram defender um caminho diferente, deescolhas humanas que dêem um futuro à História, através do pensamentosobre a liberdade política de Jean-Jacques Rousseau, Isaiah Berlin,Hannah Arendt, Jacques Rancière, Jean-Paul Sartre e Slavoj Äižek. Etambém escolhas por uma continuação da ideia de tolerância, peloprosseguimento de uma narrativa moderna, por apressada que tenha sido, para Portugal, e pela defesa de um conceito de espaço público, todaselas escolhas que são continuidades de uma modernidade a retomar. Emtempos em que se atropelam declarações de últimas vontades, há queescolher como se os tempos fossem imaginativos e nos movessem vontades de tempos novos. Estas são as primeiras vontades para uma vida humana digna.» [André Barata]

«Vivemos tempos árduos. Desde que a crise se instalou no opulentoOcidente, um esquema societário da subtracção hegemoniza-se sob ofundamento duplo de que, na ordem dos factos, o mundo não basta paratodos e de que, na ordem dos valores, não devemos dar por garantidonenhum direito adquirido quanto à existência digna no mundo. O próprio exercício da escolha, que os ciclos democráticos pressuporiam, éposto sob a suspeita da leviandade. A democracia ganha aversão aosdemocratas. No fundo da questão, o que se instala no regime societário da subtracção é a adversidade à própria vontade de escolher. Osensaios deste livro procuram defender um caminho diferente, deescolhas humanas que dêem um futuro à História, através do pensamentosobre a liberdade política de Jean-Jacques Rousseau, Isaiah Berlin,Hannah Arendt, Jacques Rancière, Jean-Paul Sartre e Slavoj Äižek. Etambém escolhas por uma continuação da ideia de tolerância, peloprosseguimento de uma narrativa moderna, por apressada que tenha sido, para Portugal, e pela defesa de um conceito de espaço público, todaselas escolhas que são continuidades de uma modernidade a retomar. Emtempos em que se atropelam declarações de últimas vontades, há queescolher como se os tempos fossem imaginativos e nos movessem vontades de tempos novos. Estas são as primeiras vontades para uma vida humana digna.» [André Barata]

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