AA.VV
Tão antiga quanto a humanidade, a guerra foi sempre condenada, dadoutrina cristã ao direito internacional contemporâneo, do "espíritode Genebra" às operações de paz das Nações Unidas. E, no entanto,persiste em todo o mundo, e hoje, mesmo na Europa donde se pensavadefinitivamente banida. Poder-se-á curar o mal recusando-se aestudá-lo? Certamente que não. Esta, é a razão profunda que dá sentido e torna actual o estudo do fenómeno guerra. Não a guerra na suagramática militar, mas a guerra no seu contexto económico e social,político e diplomático. É esse o objectivo desde livro que procuraanalisar as intervenções militares portuguesas nos grandes conflitosinternacionais, num arco do tempo de quase dois séculos, que as levadas campanhas de guerra às operações de paz.
Tão antiga quanto a humanidade, a guerra foi sempre condenada, dadoutrina cristã ao direito internacional contemporâneo, do ´espíritode Genebra´ às operações de paz das Nações Unidas. E, no entanto,persiste em todo o mundo, e hoje, mesmo na Europa donde se pensavadefinitivamente banida. Poder-se-á curar o mal recusando-se aestudá-lo? Certamente que não. Esta, é a razão profunda que dá sentido e torna actual o estudo do fenómeno guerra. Não a guerra na suagramática militar, mas a guerra no seu contexto económico e social,político e diplomático. É esse o objectivo desde livro que procuraanalisar as intervenções militares portuguesas nos grandes conflitosinternacionais, num arco do tempo de quase dois séculos, que as levadas campanhas de guerra às operações de paz.