OS ÚLTIMOS DIAS DA MONARQUIA

OS ÚLTIMOS DIAS DA MONARQUIA

$23.509
IVA incluido
Sujeto Disponibilidad de Proveedor
Editorial:
(540).ZEFIRO EDIÇOES
Año de edición:
ISBN:
978-989-677-000-6
Encuadernación:
Otros
Idioma:
PORTUGUES
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1908 - 1910: DA ESPERANÇA DE TRÉGUAS À INSTAURAÇÃO DA REPÚBLICA Em 6 de Outubro de 1910, telegrafando o fim da Monarquia para a Gazeta deNotícias, do Rio de Janeiro, Eduardo Schwalbach escreveu com umaironia de fel: «Ao cabo de longos e porfiados esforços, os monárquicos acabam de implantar a República em Portugal.» A TRÉGUA FRUSTRADA: ODESCONHECIDO ´PACTO LIBERAL´ DE 1908 ENTRE REPUBLICANOS EMONÁRQUICOS Em Abril de 1908, pouco depois do regicídio, doisdirigentes republicanos e um áulico da Corte de D. Manuel IIcongeminaram, em casa de Bernardino Machado, um pacto de tréguas queconvinha às duas partes: exonerando os republicanos da má fama deenvolvimento na matança do Terreiro do Paço, daria à Monarquia obenefício da dúvida´ e ao regime um último fôlego, tão necessário noinício do novo Reinado. Apesar de acarinhado pelo jovem Rei e apoiadopelo primeiro-ministro, o pacto foi frustrado nos corredores do Poderpela feroz oposição de um dos líderes monárquicos, e a suainviabilização esteve na origem da opção revolucionária dos inimigosdo regime, que acabaria por conduzir à instauração violenta daRepública, em 5 de Outubro de 1910. Apesar da sua importância para acompreensão do processo republicano português, o ´Pacto Liberal´ (como então se lhe chamou) tem permanecido até hoje omisso na história´oficial´ do período. É dessa trégua gorada que este livro se ocupa,documentando os últimos dias de um regime condenado pela cegueira demuitos e pela ambição de alguns. «Obra lúcida e certeira, que vemenriquecer sobremaneira a historiografia deste período.» «JorgeMorais tem-se afirmado nos últimos anos como autor de brilhantesensaios historiográficos, baseados em sólidas pesquisas de fontes [à]. Dotado de um notável poder de síntese e servido por uma escrita ágile fluente, Jorge Morais conseguiu prender o leitor da primeira àúltima linha sem nunca sacrificar o rigor da investigação ou evitar aconvocação do imprescindível corpus documental.» Prof. Doutor AntónioReis in Prefácio´

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