OS DOIS CORVOS DE ODIN

OS DOIS CORVOS DE ODIN

$15.898
IVA incluido
Sujeto Disponibilidad de Proveedor
Editorial:
(540).ZEFIRO EDIÇOES
Año de edición:
ISBN:
978-972-8958-04-6
Encuadernación:
Otros
Idioma:
PORTUGUES
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Odin ¿ deus da Poesia, deus dos deuses na Mitologia Nórdica ¿ foi oleitmotiv para se dedilhar impressões poéticas sob o dorso comum àmemória e ao pensamento. Na verdadeira Tradição ocidental, a Mitologia Nórdica é mais bela e mais profunda do que as Mitologias Grega eRomana. Mais bela porque está mais próxima da condição humana, maisprofunda porque toca essa mesma condição de uma forma real esentimentalmente perturbadora. A vida é nada perante o Fim que anuncia o ressurgimento de um tempo de bem e paz absolutos. O destino é,nisto, a grande matriz, contra a qual nem os deuses lutam: somente sepreparam para o dia em que terão de morrer pelos Homens. Os corvos deOdin, Munin e Hugin, que voavam pelo Mundo para lhe dar notíciasdeste, simbolizam aquilo que concretiza o esplendor e a decadência decada vida humana: a capacidade de que o Homem tem em rememorar epensar sob as cinzas das reminiscências. Munin (ou a Memória) e Hugin(ou o Pensamento) são dois corvos que perpetuam, num plano que não éatingido por qualquer um, a essência humana. Não têm um sentidoagourento, conforme a Igreja Católica quis um dia crer, mas um sentido mágico e metafísico ¿ iniciático aliás. Os dois corvos de Odin são olado místico (por conseguinte, quase insondável) dos Homens. Odin,segundo este Poeta, é o absoluto da Iniciação (morrer em consciênciapara se renascer para a ´vida nova´). Por isto, invocá-lo, nesteconjunto de poemas, tem a intenção de ter lado a lado o antigo âmagonórdico e a modernidade que procura o Norte ¿ o Norte dos deuses quemorreram pelos Homens. Que este Poeta se cumpra na iniciação de Odin ¿ o deus da Poesia: o deus das palavras sagradas, pelas quais cada sersuspira na noite da sua morte.

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