Conta-se como uma criança de 4 anos de idade de um ambiente familiarhumilde conseguiu cativar um seu vizinho milionário, como depois sesentiu feliz quando o passou a acompanhar diariamente, e o que sofreuno dia em que o seu amigo nos deixou, não só pela perda do companheiro mais velho, mas também porque se havia esfumado a possibilidade de um dia vir a ser estudante na cidade do Porto como tantas vezes lhehavia prometido. A mesma criança, que lia nos olhos das pessoas o quelhes ia na alma, que brincou com Ramalho Eanes muito antes de serPresidente da República e, que um dia se aventurou a conhecer acapital na procura de uma profissão para sair da vida rotineira quelhe estava destinada na aldeia onde nascera. Esta criança fez-se homem e, sem possibilidade de encostar o ombro em ninguém, conquistou olugar de responsável de um dos serviços do Hospital de Santo Antóniodos Capuchos, e ensinou na Escola de Enfermagem Artur Ravara onderecebeu, das mãos de Egas Moniz, um prémio escolar, no ano de 1950. Oautor conta ainda como exerceu e viu a profissão de enfermagem e a demedicina em meados do século XX, faz uma resenha sobre o Hospital deTodos os Santos destruído pelo Terramoto de 1755, o percursor dosHospitais Civis de Lisboa e, como na condição de contratado foitrabalhar para a Companhia Angolana de Agricultura, em África.
Conta-se como uma criança de 4 anos de idade de um ambiente familiarhumilde conseguiu cativar um seu vizinho milionário, como depois sesentiu feliz quando o passou a acompanhar diariamente, e o que sofreuno dia em que o seu amigo nos deixou, não só pela perda do companheiro mais velho, mas também porque se havia esfumado a possibilidade de um dia vir a ser estudante na cidade do Porto como tantas vezes lhehavia prometido. A mesma criança, que lia nos olhos das pessoas o quelhes ia na alma, que brincou com Ramalho Eanes muito antes de serPresidente da República e, que um dia se aventurou a conhecer acapital na procura de uma profissão para sair da vida rotineira quelhe estava destinada na aldeia onde nascera. Esta criança fez-se homem e, sem possibilidade de encostar o ombro em ninguém, conquistou olugar de responsável de um dos serviços do Hospital de Santo Antóniodos Capuchos, e ensinou na Escola de Enfermagem Artur Ravara onderecebeu, das mãos de Egas Moniz, um prémio escolar, no ano de 1950. Oautor conta ainda como exerceu e viu a profissão de enfermagem e a demedicina em meados do século XX, faz uma resenha sobre o Hospital deTodos os Santos destruído pelo Terramoto de 1755, o percursor dosHospitais Civis de Lisboa e, como na condição de contratado foitrabalhar para a Companhia Angolana de Agricultura, em África.