AA.VV
Amar a democracia é combater os seus inimigos, aqueles que o Estadoengana e explora. E pode o Estado destruir e, simultaneamentesobreviver à custa das vítimas que sacrifica? É este o enigma quepretendemos resolver, partindo dos interesses e medos quetransformaram Portugal numa farsa trágico-cómica do terrorismo durante os anos em que as FP25 se armaram e lutaram contra a pusilanimidademaioritariamente representada nos sucessivos governos.