Ao longo do ensaio, o autor analisa o poder e as suas máscaras desde o cerimonial medieval e o bobo da corte à era da televisão, a qual fazactualmente parte integrante do exercício do poder, contudo osgovernantes, apesar de melhor equipados, "encontram-se na situaçãoparadoxal de ver essa capacidade de enfraquecer pelo seu próprio uso".