Os pelourinhos portugueses, símbolo municipal que remonta à IdadeMédia e cujo universo ultrapassa os 600 exemplares, são o objeto deste livro. Apesar de terem sido alvo da atenção por parte depatrimonialistas desde a 2.ª metade do século XIX, impunha-se umarevisão da literatura produzida sobre esta matéria. São aquianalisadas as funções originárias dos pelourinhos e a forma como asmudanças resultantes do Liberalismo concorreram para a desatualizaçãodaquelas estruturas e o vandalismo de que foram alvo. Examina-se aforma e as razões pelas quais a Monarquia e a 1.ª República procuraram por fim à onda de destruição dos pelourinhos nacionais. É aindafocado o Decreto-Lei n.º 23.122, de 1933, através do qual o Estadoclassificou os pelourinhos como Imóveis de Interesse Público, além deobrigar à sua inventariação e à conservação dos exemplares existentese reintegração dos exemplares destruídos. São analisadas asmotivações, os agentes e os critérios de intervenção em torno dospelourinhos, nomeadamente a ação da Direção-Geral dos Edifícios eMonumentos Nacionais até 1974. Finalmente, são apresentadas algumaspropostas com o objetivo de contribuir para uma maior valorização dospelourinhos portugueses.
Os pelourinhos portugueses, símbolo municipal que remonta à IdadeMédia e cujo universo ultrapassa os 600 exemplares, são o objeto deste livro. Apesar de terem sido alvo da atenção por parte depatrimonialistas desde a 2.ª metade do século XIX, impunha-se umarevisão da literatura produzida sobre esta matéria. São aquianalisadas as funções originárias dos pelourinhos e a forma como asmudanças resultantes do Liberalismo concorreram para a desatualizaçãodaquelas estruturas e o vandalismo de que foram alvo. Examina-se aforma e as razões pelas quais a Monarquia e a 1.ª República procuraram por fim à onda de destruição dos pelourinhos nacionais. É aindafocado o Decreto-Lei n.º 23.122, de 1933, através do qual o Estadoclassificou os pelourinhos como Imóveis de Interesse Público, além deobrigar à sua inventariação e à conservação dos exemplares existentese reintegração dos exemplares destruídos. São analisadas asmotivações, os agentes e os critérios de intervenção em torno dospelourinhos, nomeadamente a ação da Direção-Geral dos Edifícios eMonumentos Nacionais até 1974. Finalmente, são apresentadas algumaspropostas com o objetivo de contribuir para uma maior valorização dospelourinhos portugueses.