O HOMEM QUE INVENTA SETEMBROS

O HOMEM QUE INVENTA SETEMBROS

$32.274
IVA incluido
Sujeto Disponibilidad de Proveedor
Editorial:
(513).ANCORA EDITORA
Año de edición:
Temática
Lenguas e idiomas
ISBN:
978-972-780-547-1
Páginas:
264
Encuadernación:
Otros
Idioma:
PORTUGUES
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Um velho ébrio com quem se cruzou ao deambular uma noite por ruas deAlfama trazia consigo um carrinho de lata que o narrador acabou porter de admitir ser um velho brinquedo da sua infância, há muitoperdido. Este encontro com uma reminiscência do passado acordou neleum jorrar de recordações que julgava perdidas e que desde logo sentiuuma irreprimível necessidade de revisitar, como se fosse imperiosoapoderar-se desses tempos passados para os entender e domar, assim seresgatando. E na sua bicicleta, que era verde e voava, percorreu oscaminhos dos seus primeiros anos, ora trambolhando pelo abismometafórico das "pistas", penedos lisos e escorregadios onde só poracaso nunca caiu, ora voando sobre tudo e todos, mesmo sobre sipróprio, num deleite de observador invisível e leve. Vão-se sucedendoos recantos da sua Casa da Fonte, lugar mítico de toda a família, mastambém as ruas e os lugares, as paisagens e as pessoas de Oliveira doHospital que ao longo dos anos o marcaram. Os "sons e odores e cores e medos e ousadias que me remetem para esta terra onde não nasci, masque é minha par conditio". Por fim, a misteriosa taça de cristalencontrada num armário revela-nos que esta vontade de redenção e debusca de um sentido para a existência, lançando amarras que nos liguem ao passado e nos prendam ao futuro, é afinal recorrente, acontecendoem todas as gerações.

Um velho ébrio com quem se cruzou ao deambular uma noite por ruas deAlfama trazia consigo um carrinho de lata que o narrador acabou porter de admitir ser um velho brinquedo da sua infância, há muitoperdido. Este encontro com uma reminiscência do passado acordou neleum jorrar de recordações que julgava perdidas e que desde logo sentiuuma irreprimível necessidade de revisitar, como se fosse imperiosoapoderar-se desses tempos passados para os entender e domar, assim seresgatando. E na sua bicicleta, que era verde e voava, percorreu oscaminhos dos seus primeiros anos, ora trambolhando pelo abismometafórico das "pistas", penedos lisos e escorregadios onde só poracaso nunca caiu, ora voando sobre tudo e todos, mesmo sobre sipróprio, num deleite de observador invisível e leve. Vão-se sucedendoos recantos da sua Casa da Fonte, lugar mítico de toda a família, mastambém as ruas e os lugares, as paisagens e as pessoas de Oliveira doHospital que ao longo dos anos o marcaram. Os "sons e odores e cores e medos e ousadias que me remetem para esta terra onde não nasci, masque é minha par conditio". Por fim, a misteriosa taça de cristalencontrada num armário revela-nos que esta vontade de redenção e debusca de um sentido para a existência, lançando amarras que nos liguem ao passado e nos prendam ao futuro, é afinal recorrente, acontecendoem todas as gerações.