LIA TOMÁS E TÂNIA DA COSTA GARCIA
A discussao sobre o significado e as funçoes da música sempre ocupouum lugar controverso entre os pensadores por causa da pluralidade depapéis que ela desempenhou historicamente, seja como instrumentoeducacional seja como discurso filosófico ou mesmo suporte paradiversas manifestaçoes éticas, cívicas ou ideológicas.
Neste livro a música é analisada sob diferentes angulos do saber. A polissemia de seus possíveis usos e atributos, no entanto, encontra-se coligado aduas características intrínsecas: a primeira refere-se à suamaterialidade, pois nao podemos rete-la fisicamente e nao necessitamos estar próximos de sua fonte sonora para ouvi-la, a segunda, à suaautonomia técnico-formal, sua ausencia de semantica e expressividadeprópria.
Música e Política: um olhar transdisciplinar pretendediscutir vieses distintos nos quais a música subverte deliberadamentesua auto-referencia e assumes o discurso dos meios, de vozes alheias e distintas, gerando uma rede de significados que cumpre papeiscríticos, transgressores, aglutinadores ou mercadológicos. Abandonando sua intransigencia, a música espalha-se sorrateira em outros domínios compondo um mosaico de sons e de novos sentidos, resignificando apolítica e o cotidiano.
A discussao sobre o significado e as funçoes da música sempre ocupouum lugar controverso entre os pensadores por causa da pluralidade depapéis que ela desempenhou historicamente, seja como instrumentoeducacional seja como discurso filosófico ou mesmo suporte paradiversas manifestaçoes éticas, cívicas ou ideológicas.
Neste livro a música é analisada sob diferentes angulos do saber. A polissemia de seus possíveis usos e atributos, no entanto, encontra-se coligado aduas características intrínsecas: a primeira refere-se à suamaterialidade, pois nao podemos rete-la fisicamente e nao necessitamos estar próximos de sua fonte sonora para ouvi-la, a segunda, à suaautonomia técnico-formal, sua ausencia de semantica e expressividadeprópria.
Música e Política: um olhar transdisciplinar pretendediscutir vieses distintos nos quais a música subverte deliberadamentesua auto-referencia e assumes o discurso dos meios, de vozes alheias e distintas, gerando uma rede de significados que cumpre papeiscríticos, transgressores, aglutinadores ou mercadológicos. Abandonando sua intransigencia, a música espalha-se sorrateira em outros domínios compondo um mosaico de sons e de novos sentidos, resignificando apolítica e o cotidiano.