MULHERES NA LUTA ARMADA

MULHERES NA LUTA ARMADA

$54.265
IVA incluido
Sujeto Disponibilidad de Proveedor
Editorial:
ALAMEDA IBD
ISBN:
978-85-7939-384-6
Páginas:
572
Encuadernación:
Otros
Idioma:
Castellano
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\"Mulheres na luta armada: protagonismo feminino na ALN (AçãoLibertadora Nacional)\", de Maria Cláudia Badan Ribeiro, chegapreenchendo algumas lacunas importantes para o estudo e compreensãodos anos e atos de resist^ncia à ditadura de 1964. Houve um momento em nosso país em que a única oposição aberta ao sistema eram as açõesarmadas de guerrilha urbana, desencadeadas a partir de 1967 até 1973,seis anos de enfrentamento frequentemente ignorados pela históriaoficial. Seja escrita pela direita, seja pela esquerda institucional.Geralmente os relatos e análises do período falam do golpe de estado,das lutas estudantis, chegam à passeata dos cem mil e à promulgação do AI-5, pulando descaradamente para as lutas pela anistia e as grevesdo ABC no final dos anos 70, e a chamada redemocratização. Os anos deluta armada ficam escondidos atrás das denúncias de torturas,assassinatos e desaparecimentos, e nada se fala da luta de CarlosMarighella, Joaquim C?mara Ferreira, Ana Maria Nacinovic e milhares de outras mulheres e homens que deram suas vidas pela liberdade enquanto muitos se dobravam à tirania. As mulheres que lutaram contra aditadura romperam com a sociedade e com suas famílias que as queriamcasadas, recatadas e do lar, e foram conquistar seu espaço no mundo.Muitas vezes isso fica oculto pelas lutas feministas europeias eestadunidenses tão importantes nos anos 70.

\"Mulheres na luta armada: protagonismo feminino na ALN (AçãoLibertadora Nacional)\", de Maria Cláudia Badan Ribeiro, chegapreenchendo algumas lacunas importantes para o estudo e compreensãodos anos e atos de resist^ncia à ditadura de 1964. Houve um momento em nosso país em que a única oposição aberta ao sistema eram as açõesarmadas de guerrilha urbana, desencadeadas a partir de 1967 até 1973,seis anos de enfrentamento frequentemente ignorados pela históriaoficial. Seja escrita pela direita, seja pela esquerda institucional.Geralmente os relatos e análises do período falam do golpe de estado,das lutas estudantis, chegam à passeata dos cem mil e à promulgação do AI-5, pulando descaradamente para as lutas pela anistia e as grevesdo ABC no final dos anos 70, e a chamada redemocratização. Os anos deluta armada ficam escondidos atrás das denúncias de torturas,assassinatos e desaparecimentos, e nada se fala da luta de CarlosMarighella, Joaquim C?mara Ferreira, Ana Maria Nacinovic e milhares de outras mulheres e homens que deram suas vidas pela liberdade enquanto muitos se dobravam à tirania. As mulheres que lutaram contra aditadura romperam com a sociedade e com suas famílias que as queriamcasadas, recatadas e do lar, e foram conquistar seu espaço no mundo.Muitas vezes isso fica oculto pelas lutas feministas europeias eestadunidenses tão importantes nos anos 70.