A chegada aos corpos gerentes da AAC, em meados de 1960, de uma "novavanguarda estudantil", de inclinação democrática mas também sensívelaos valores tradicionais da sociedade académica coimbrã, introduziriaimportantes alterações de natureza qualitativa no discurso associativo local e nacional. Abria-se aqui, verdadeiramente, a crise académicade 62.