«Agora dizer, na hora de se raspar, que eu era uma morenaça boazonamas grande de mais para o seu gosto e que devia era ir viver para aHolanda, inde seria mais fácil engatar homens do meu porte, é coisaque se diga a uma mulher em brasa, uma mulher louca de amor por quemprofere tamanha barbaridade? Que insulto mais soez, tia Nucha.» Eis um curto extracto de mais um interessante trabalho - desta vez umromance – da já bastante extensa obra de Júlio Conrado.