MARIA FERNANDA BICALHO (ORGS.)
Justiça no Brasil Colonial - agentes e práticas entronca-se narenovação historiográfica em curso nas últimas décadas sobre a América Portuguesa. O ângulo da abordagem desta coletânea de estudos é aindamais novo, já que incide sobre o campo ainda pouco trilhado daadministração da justiça nos Estado do Brasil e do Maranhão.
Outra novidade a merecer destaque é o acolhimento maioritário que estelivro faz da investigação de uma nova geração de historiadores comtrajetórias de formação partilhadas entre o Brasil e Portugal e queestá agora disseminada por várias academias entre o Norte e oCentro-Sul do Brasil.
Os treze estudos aqui reunidos e a suaesclarecida introdução revelam a vitalidade deste renovado campo deestudos, através de análises bem delimitadas sobre história social dajustiça e sobre o muito complexo terreno das práticas judiciárias.Partilham da mesma saudável preocupação de busca da complexidadeanalítica, evitando explicações simplistas e demasiado lineares. Se orecorte das análises é predominantemente regional, a verdade é queoferecem ao leitor temas e matérias instigantes que certamentesuscitarão no futuro fecundas reflexões comparativas de escopo maisalargado.
Justiça no Brasil Colonial - agentes e práticas entronca-se narenovação historiográfica em curso nas últimas décadas sobre a América Portuguesa. O ângulo da abordagem desta coletânea de estudos é aindamais novo, já que incide sobre o campo ainda pouco trilhado daadministração da justiça nos Estado do Brasil e do Maranhão.
Outra novidade a merecer destaque é o acolhimento maioritário que estelivro faz da investigação de uma nova geração de historiadores comtrajetórias de formação partilhadas entre o Brasil e Portugal e queestá agora disseminada por várias academias entre o Norte e oCentro-Sul do Brasil.
Os treze estudos aqui reunidos e a suaesclarecida introdução revelam a vitalidade deste renovado campo deestudos, através de análises bem delimitadas sobre história social dajustiça e sobre o muito complexo terreno das práticas judiciárias.Partilham da mesma saudável preocupação de busca da complexidadeanalítica, evitando explicações simplistas e demasiado lineares. Se orecorte das análises é predominantemente regional, a verdade é queoferecem ao leitor temas e matérias instigantes que certamentesuscitarão no futuro fecundas reflexões comparativas de escopo maisalargado.