No gesto das mãos abençoadoras exprime-se a relação duradoura de Jesus com os seus discípulos, com o mundo. Ao partir, Ele ergue-nos acimade nós mesmos e abre o mundo a Deus. Por isso os discípulos puderamtransbordar de alegria quando voltaram de Betânia para casa. Na fé,sabemos que Jesus, abençoando, tem as suas mãos estendidas sobre nós.Tal é a razão permanente da alegria cristã». «Posso finalmente trazera público a II Parte do meu livro sobre Jesus de Nazaré. (à) Emboracontinue, naturalmente, a haver detalhes a discutir, todavia esperoque me tenha sido concedido aproximar-me da figura de Nosso Senhor deum modo que possa ser útil a todos os leitores que queiram encontrarJesus e acreditar nÆEle.» (Prefácio)
No gesto das mãos abençoadoras exprime-se a relação duradoura de Jesus com os seus discípulos, com o mundo. Ao partir, Ele ergue-nos acimade nós mesmos e abre o mundo a Deus. Por isso os discípulos puderamtransbordar de alegria quando voltaram de Betânia para casa. Na fé,sabemos que Jesus, abençoando, tem as suas mãos estendidas sobre nós.Tal é a razão permanente da alegria cristã». «Posso finalmente trazera público a II Parte do meu livro sobre Jesus de Nazaré. (à) Emboracontinue, naturalmente, a haver detalhes a discutir, todavia esperoque me tenha sido concedido aproximar-me da figura de Nosso Senhor deum modo que possa ser útil a todos os leitores que queiram encontrarJesus e acreditar n’Ele.» (Prefácio)