Prefácio de Eduardo Prado Coelho: «Diderot fala, conversa, dança comas palavras, traça figuras de uma coreografia arrebatadora. Diderotnão nos deixa repousar um minuto: as personagens saltam, desaparecem,morrem, amam, enganam-se, agridem, ressuscitam, e tudo se processanuma agilidade e desenvoltura absolutamente surpreendentes. (...) Oessencial não está, portanto, na estabilização, mas num valorprecisamente oposto: na velocidade com que o jogo continua a serjogado.» Um clássico da literatura irreverente e inovador, escrito por um dos principais iluministas: Denis Diderot. Um retrato social deFrança do século XVIII onde a sucessão de enganos e desenganos vividos por Jacques e o seu amo nos deslumbra pela sua sagacidade eactualidade. Uma tradução brilhante e imperdível de Pedro Tamen.