Uma Celebração do Sagrado Feminino O Ocidente cristão é renitente emcelebrar o Grande Real, o Absoluto, no seu aspecto Feminino, exceptopara lhe despir a sua roupagem de Carne. O Hinário à Deusa não serásuficiente para apagar dois milénios de ocultação do Feminino sagradoe secreto. Entreabrem-se, contudo, trinta e três portas, poéticas,mágicas e alquímicas para a Deusa Suprema na qual nós temos a Vida, oMovimento, a Alegria e o Ser, e sem a qual Deus não passaria de umcadáver. Este hinário recorda-nos de forma simples que a Mulher é oSer Iniciado e Iniciador por excelência, destina-se a uma práticaoperativa, real e concreta. Rémi Boyer oferece-nos aqui uma recolha de hinos que celebram o Sagrado Feminino em todos os seus aspectos:poéticos, iniciáticos, estéticos, incoeristas, mágicos, teúrgicos,eróticos, alquímicos, artísticos, vanguardistas, libertários, à