Os transplantes humanos salvam anualmente numerosos doentes, mas, porcarência de órgãos, ainda morrem muitas centenas cada ano. Ostransplantes não são perfeitos e de resultado definitivo, não obtêmcura, apenas transformam uma doença que seria fatal noutra,controlável com terapêutica contínua. Têm, por isso, as suas glórias,mas também as suas sombras. De facto, além dos inerentes à própriacirurgia, envolvem outros riscos: rejeição, infecção, intolerância aotratamento imunosupressor.