O autor estuda a farmácia enquanto ciência, aprecia a produçãocientífica dos lentes de farmácia e debruça-se sobre a problemáticaque envolveu a publicação da primeira farmacopeia oficial portuguesa.Aborda, ainda, o curso de boticários e o ensino médico instituidos em1772 pela reforma pombalina da Universidade. Por outro lado, estudacerca de 2000 receitas médicas produzidas no DispensatórioFarmacêutico entre 1772 e 1836 e analisa aspectos capitais dainstitucionalização da saúde pública em Portugal.