O título desta obra não deixa de criar alguma expectativa. JoaquimTrigo de Negreiros inicia a sua indagação estabelecendo uma analogiaentre os jornalistas e os fantasmas. Não é aqui o momento adequadopara revelar onde possam residir as proximidades e as diferenças. Mashá, nesta comparação, uma ideia que sobressai e que vai estar presente ao longo dos vários capítulos: a incomodidade ou dificuldade dosjornalistas em conviver com a consciência da sua æmaterialidadesocialÆ.