FAMILISMO DIREITOS E CIDADANIA: CONTRADIÇÕES DA POLÍTICA SOC

FAMILISMO DIREITOS E CIDADANIA: CONTRADIÇÕES DA POLÍTICA SOC

$44.269
IVA incluido
Sujeto Disponibilidad de Proveedor
Editorial:
CORTEZ EDITORA (IBD)
Año de edición:
Temática
Enciclopedias y diccionarios
ISBN:
978-85-249-2343-2
Páginas:
248
Encuadernación:
Otros
Idioma:
PORTUGUES
$44.269
IVA incluido
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Família e política pública - dois temas complexos e polêmicos -guardam riscos sociais, tanto internos como em suas relações. Maiorespara a população mais pobre e vulnerável. Um grupo de pesquisadoras,experientes no trabalho com essas duas temáticas, uniu-se aqui paraapresentá-los claramente, com aparecem no caso das políticas deAssistência Social e de Saúde. Nelas apontou, por exemplo, na família, a culpabilização por seus problemas sociais e psicológicos e aatribuição de um papel histórico de instituição-braço terceirizado doEstado. Arriscaria seu fundamento na cidadania, ao secundarizar aresponsabilidade estatal quanto ao direito de todos nós a lugarescalorosos, de amparo, cuidado e amor. Neste momento, marcado pelos dez anos de criação do SUAS, um livro que alimenta a crítica necessária,sem o pessimismo ingênuo e reducionista, é muito bem-vindo para chamar conversações interdisciplinares. Sem qualquer enaltecimento da vidaprivada, deixo uma provocação: em lugar do "familismo", por que não aética e a estética do cuidado? Não deixemos esta busca esmorecer.

Família e política pública - dois temas complexos e polêmicos -guardam riscos sociais, tanto internos como em suas relações. Maiorespara a população mais pobre e vulnerável. Um grupo de pesquisadoras,experientes no trabalho com essas duas temáticas, uniu-se aqui paraapresentá-los claramente, com aparecem no caso das políticas deAssistência Social e de Saúde. Nelas apontou, por exemplo, na família, a culpabilização por seus problemas sociais e psicológicos e aatribuição de um papel histórico de instituição-braço terceirizado doEstado. Arriscaria seu fundamento na cidadania, ao secundarizar aresponsabilidade estatal quanto ao direito de todos nós a lugarescalorosos, de amparo, cuidado e amor. Neste momento, marcado pelos dez anos de criação do SUAS, um livro que alimenta a crítica necessária,sem o pessimismo ingênuo e reducionista, é muito bem-vindo para chamar conversações interdisciplinares. Sem qualquer enaltecimento da vidaprivada, deixo uma provocação: em lugar do ´familismo´, por que não aética e a estética do cuidado? Não deixemos esta busca esmorecer.