Neste livro o autor olha para a sua própria subjetividade como quemcontempla um mistério.Na dualidade entre a aparente ordem cósmica e ocaos humano, que atravessa este livro, está presente o essencial dacondição humana.öin Prefácio, Francisco Assis;-;http://static.arnoia.com/imagenes_small/9789898/978989851461.jpg; 4,00;
Guardar o Fogo;PESSOA, JOAQUIM;PORTUGUES;978-989-85;2U10040005;EDIÇOES ESGOTADAS;14,72;25,0; 10,61;3;/LITERATURA - POESIA;VERSUS;;;9789898514592;; 2013;; 1,00;-;Os cento e quatro poemas que compõem Guardar o Fogo constituem umconjunto coeso, organizado em torno do eixo da criação literária. Se,em obras anteriores de Joaquim Pessoa, esta temática nunca deixou deestar presente, aqui, o processo da criatividade poética é o cerne, aespinha dorsal, o corpo do corpus. Complexa na sua aparentesimplicidade, jogando com a vertente ora lírica ora prosaica dalinguagem, a poesia de Guardar o Fogo, com profundas raízes naMãe-terra´, é impetuosa, apaixonada, intimista, luminosa, impregnadade sensualidade. Mas, em concomitância, é uma poesia de pendorexistencialista, subtil e afavelmente irónica, terna e doce, comlaivos de sombra, inquietação e anticonformismo, um vislumbre e anelodo ´azul´, como o azur de Baudelaire ou o um pouco mais de azul deMário de Sá-Carneiro. A obra deixa transparecer um poeta amadurecido,mais sereno, cujo crescimento no ofício continua a surpreender e aencantar.In Prefácio, Maria da Conceição Andrade & Maria FernandaNavarro