Esta é uma obra impregnada de vida. Forjada no passo a passo dacaminhada de quem aprendeu a ouvir "a voz dos sem voz" e o silêncioeloquente dos silenciados. Os momentos deste livro são as pegadas deum caminhante que acompanha ombro a ombro aqueles que se posicionamdesde suas esquinas, vielas, favelas, quilombos e aldeias, na defesaintransigente de ser e existir. O autor nos traz a vida para acentralidade do debate da educação ambiental crítica e nos brinda coma urgência da utopia e da esperança instando-nos a seguir firmes nodesafio de sermos capazes de imaginar outros mundos e superar assituações-limites impostas por um sistema opressor, excludente egerador de misérias humanas e destruidor da natureza.
A sualeitura é, portanto, um alimento e uma bússola para caminhantes quebuscam no horizonte os sonhos de uma sociedade mais ambiental esocialmente justa, que reverencie seus ancestrais, que entenda que das raízes de seus povos tradicionais, de suas periferias e de seu povo,emergem esperanças e inéditos-viáveis, terrenos férteis para novasalianças e para uma universidade viva em diálogo com a vida, sobretudo daqueles que a tem ameaçada em seu cotidiano.
Esta é uma obra impregnada de vida. Forjada no passo a passo dacaminhada de quem aprendeu a ouvir "a voz dos sem voz" e o silêncioeloquente dos silenciados. Os momentos deste livro são as pegadas deum caminhante que acompanha ombro a ombro aqueles que se posicionamdesde suas esquinas, vielas, favelas, quilombos e aldeias, na defesaintransigente de ser e existir. O autor nos traz a vida para acentralidade do debate da educação ambiental crítica e nos brinda coma urgência da utopia e da esperança instando-nos a seguir firmes nodesafio de sermos capazes de imaginar outros mundos e superar assituações-limites impostas por um sistema opressor, excludente egerador de misérias humanas e destruidor da natureza.
A sualeitura é, portanto, um alimento e uma bússola para caminhantes quebuscam no horizonte os sonhos de uma sociedade mais ambiental esocialmente justa, que reverencie seus ancestrais, que entenda que das raízes de seus povos tradicionais, de suas periferias e de seu povo,emergem esperanças e inéditos-viáveis, terrenos férteis para novasalianças e para uma universidade viva em diálogo com a vida, sobretudo daqueles que a tem ameaçada em seu cotidiano.