DIREITO E JUSTIÇA-PARA INTRODUÇAO ESTUDO DIREITO

DIREITO E JUSTIÇA-PARA INTRODUÇAO ESTUDO DIREITO

$19.939
IVA incluido
Sujeto Disponibilidad de Proveedor
Editorial:
(420).PRINCIPIA
Año de edición:
ISBN:
978-989-716-112-4
Encuadernación:
Otros
Idioma:
PORTUGUES
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«[à] naquilo que diz respeito à experiência do direito, a identidadecatólica garante uma abertura ao universal e não um encerramento noparticular, como muitos continuam a defender, embora com muito poucosargumentos. O jurista reconhece-se como católico quando se reconheceao serviço da verdade do Direito, daquela verdade que tem o nome,antigo e venerável, de "justiça". Reconhecer a verdade do Direito como "católica" significa reconhecê-la para todos os homens. A pretensãouniversalista da justiça e a pretensão universalista da verdadeconfluem, conferindo plenitude de sentido ao trabalho do jurista.Enquanto "católico", o jurista não possui cognições ulteriores,esotéricas e ainda menos ideológicas particulares, inacessíveis ouignoradas pelo jurista não católico, simplesmente, enquanto"católico", é movido pela convicção de que o "justo" se radica no"bem" e de que o bem não tem um caráter confessional: é sempre e emtodo o caso "bem humano", que cada homem tem o dever de defender epromover em relação a todos os outros.»

«[à] naquilo que diz respeito à experiência do direito, a identidadecatólica garante uma abertura ao universal e não um encerramento noparticular, como muitos continuam a defender, embora com muito poucosargumentos. O jurista reconhece-se como católico quando se reconheceao serviço da verdade do Direito, daquela verdade que tem o nome,antigo e venerável, de ´justiça´. Reconhecer a verdade do Direito como ´católica´ significa reconhecê-la para todos os homens. A pretensãouniversalista da justiça e a pretensão universalista da verdadeconfluem, conferindo plenitude de sentido ao trabalho do jurista.Enquanto ´católico´, o jurista não possui cognições ulteriores,esotéricas e ainda menos ideológicas particulares, inacessíveis ouignoradas pelo jurista não católico, simplesmente, enquanto´católico´, é movido pela convicção de que o ´justo´ se radica no´bem´ e de que o bem não tem um caráter confessional: é sempre e emtodo o caso ´bem humano´, que cada homem tem o dever de defender epromover em relação a todos os outros.»

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