Quando, após a conquista de Ceuta, D. João I reúne o seu conselho edecide manter a cidade, há a clara noção de que a tarefa não se tinhapor fácil. (...) Não é portanto de estranhar que quando D. João econselheiros discutem quem ficará a reger a cidade e sugerem nomes, os indivíduos propostos vão, educadamente, recusando o cargo,apresentando motivos que não lhes permitem aceitá-lo (...). E averdade é que o rei, por falta de opções (...) por reconhecercapacidades em D. Pedro, o aceita e nomeia como capitão e regedor dacidade. Revelar-se ia uma boa escolha.