CRÓNICA DA VIDA SOCIAL DOS OCULTISTAS

CRÓNICA DA VIDA SOCIAL DOS OCULTISTAS

$23.509
IVA incluido
Sujeto Disponibilidad de Proveedor
Editorial:
(540).ZEFIRO EDIÇOES
Año de edición:
ISBN:
978-972-8958-39-8
Encuadernación:
Otros
Idioma:
PORTUGUES
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HILARIANTE! POLÉMICO! O LIVRO QUE QUALQUER GRÃO-MESTRE GOSTARIA DEPROIBIR... Atreva-se e leia já o I Capítulo! «É um romance muito donosso tempo, das suas realidades e das suas fantasias, da suamaterialidade quotidiana e das suas projecções proféticas. É umromance original que aborda um tema que, ao que creio, nunca foitratado de maneira tão aberta pelo nosso romance. Que contrariando uma certa tendência da nossa literatura (a que Óscar Lopes, um dia chamou «literatura lunar») é um livro que ri e que diverte». Mário deCarvalho «Um romance, um grande romance e impecavelmente bem escrito! Um romance que se ´bebe de um trago´, avidamente, que prendequalquer leitor da primeira à surpreendente última página! Pela sátira mordaz e contundente, por vezes queiroziana, Luís Filipe Sarmentolança, afinal e apenas, o descrédito sobre todos aqueles que, porignorância, cupidez ou oportunismo, são a parte visível do falsoesoterismo, do falso ocultismo, do falso maçonismo». Nuno NazarethFernandes «A Crónica da Vida Social dos Ocultistas é um livroinstrutivo, irónico, corajoso, por vezes apaixonante, por vezeshilariante. Inicia-nos, com realismo e humor, em mistérios muitoactuais. Assistimos a espectáculos mágicos, escutamos assombrososdiscursos, planamos sobre o poder, a fraude e a ilusão, sobre crençasautênticas, mistificações e factos históricos. Só lendoà Aquireencontramos o Luís Filipe Sarmento, ora escritor, ora jornalista,por vezes no seu melhor». Urbano Tavares Rodrigues «Uma autópsia dogrotesco, como esta a que Luís Filipe Sarmento procede com bisturimagistralmente afiado, corria talvez o risco de escandalizar quem anda pelos átrios do espírito com os olhos postos no folclore, no brilhodas lantejoulas simbólicas, na superfície. Não é com esses que o Autor se entende. O filme sardónico que faz desfilar diante do leitor, este relato genial na captura dos pequenos e grandes ridículos, estagargalhada saudável que desfere à face da parlapatice de capaesotérica - significam, afinal, o contrário do que parecem: sendo umaobra de crítica, mordaz e implacável quanto baste, este livro encerraainda uma esperança, legível em tinta indelével nas entrelinhas. Éesse duplo sentido, a um tempo arrasador e visionário, que faz daCrónica da Vida Social dos Ocultistas uma leitura tão compulsiva, aque uma mestria no domínio dos diálogos deu uma rara fluidez». JorgeMorais «Pois bem, há de tudo neste livro de entusiástica leitura!Audaz, sarcástico, contumaz, Luís Filipe Sarmento não deixa créditospor mãos alheias. O que tem a dizer, di-lo nesta sua escrita viva,pessoalíssima e liberta de preconceitos». José Manuel Capelo «EstaCrónica da Vida Social dos Ocultistas, de Luís Filipe Sarmento, temtrês grandes virtudes. Antes de mais, é uma história bem contada, quese lê de um fôlego. É, ao mesmo tempo, uma aventura divertida, cheiade inesperadas peripécias que nos levam, frequentemente, até àgargalhada. E subjacente ao talento da escrita - em que se sublinha acapacidade de chegar ao leitor sem supérfluos artifícios de estilo,mas com uma prosa rica de originalidade e, ao mesmo tempo, escorreita, simples e directa - o autor desoculta uma realidade esotérica, queconhecemos mal, numa dupla dimensão. Enquanto sociedade que cultiva osecretismo, e também enquanto grupo social que trilha vias, que osseus membros entendem ser as de saberes alternativos, só ao alcancedos iniciados. Em suma, uma delícia». Mário Contumélias «De umaforma divertida e original, algumas portas que fechavam muitomistérios e curiosidades foram finalmente abertas de uma formacorajosa. Ao mergulharmos na Crónica da Vida Social dos Ocultistas,Luís Filipe Sarmento desvenda e põe a nu muito do secretismo queenvolve as denominadas Ordens Secretas...». José Galambas «Estaexcepcional obra de Luís Filipe Sarmento, escrita com verdadeiramestria, lança uma ´pedra no charco´ no chamado mundo do´esoterismo´. A leitura da Crónica da Vida Social dos Ocultistasrevela-se compulsivamente cativante porque provoca, satiriza, porvezes choca. Mas, e sobretudo, faz-nos rir, rir à gargalhada!... E não é o riso uma das formas do homem se libertar - transcendendo-se - doridículo que são as suas ilusórias concepções? Sábio é aquele que seri de si próprio!». Alexandre Gabriel

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