COMIDAS CONVERSADAS

COMIDAS CONVERSADAS

$34.023
IVA incluido
Sujeto Disponibilidad de Proveedor
Editorial:
(513).ANCORA EDITORA
Año de edición:
ISBN:
978-972-780-467-2
Páginas:
320
Encuadernación:
Otros
Idioma:
PORTUGUES
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Comidas Conversasas - Mémórias de Herança Transmontana são conversas e Histórias de comeres, cibos de gana a outros apetites, reencontros epartilha de costumes, meras curiosidades, falas e enguiços, comespecial referência a Trás-os-Montes e Alto Douro. Resultaram de umpercurso pessoal, técnico e de vivências várias. É o ínicio de umpequeno e modesto roteiro de memórias comestíveis e de algumastransmontanices - de Torre de Moncorvo a Évreux, de Freixo de Espada à Cinta a Sanliurfa, de Vinhais a Meknès ou Mirandela a Ponta Delgada.A marcha dos alimentos ao lado da História das religiões, as estóriasimateriais e utopia diária da vida como a argamassa solidificante doedifício da História e da razão do ser das suas estórias, o contentoao aperto fisiológico e o sublimar dessa função, os comeres e osfalares enjeitados ou a ilusão e a racionalidade das escolhasexistenciais, são, tão-só, motes para a conversa e pretextos ao elogio da castanha ou à eterna paciência de beber o vinho, à espera deoutros tempos ou aos euívocos agro-alimentares, à excelência dosprodutos de identidade territorial ou à virginidade do azeite...enfim... à comemoração da memória e da simplicidade dos saberes. Amemória é, naturalmente, a capacidade de permanência face ao tempo que corre e que passa - o salvar do passado para serventia do Futuro quequeremos!

Comidas Conversasas - Mémórias de Herança Transmontana são conversas e Histórias de comeres, cibos de gana a outros apetites, reencontros epartilha de costumes, meras curiosidades, falas e enguiços, comespecial referência a Trás-os-Montes e Alto Douro. Resultaram de umpercurso pessoal, técnico e de vivências várias. É o ínicio de umpequeno e modesto roteiro de memórias comestíveis e de algumastransmontanices - de Torre de Moncorvo a Évreux, de Freixo de Espada à Cinta a Sanliurfa, de Vinhais a Meknès ou Mirandela a Ponta Delgada.A marcha dos alimentos ao lado da História das religiões, as estóriasimateriais e utopia diária da vida como a argamassa solidificante doedifício da História e da razão do ser das suas estórias, o contentoao aperto fisiológico e o sublimar dessa função, os comeres e osfalares enjeitados ou a ilusão e a racionalidade das escolhasexistenciais, são, tão-só, motes para a conversa e pretextos ao elogio da castanha ou à eterna paciência de beber o vinho, à espera deoutros tempos ou aos euívocos agro-alimentares, à excelência dosprodutos de identidade territorial ou à virginidade do azeite...enfim... à comemoração da memória e da simplicidade dos saberes. Amemória é, naturalmente, a capacidade de permanência face ao tempo que corre e que passa - o salvar do passado para serventia do Futuro quequeremos!

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