ANA ELIZABETE MOTA E ANGELA AMARAL / ANA ELIZABETE MOTA / AMARAL, ÂNGELA
As transformações recentes no processo de produção e reprodução social impõem importantes desafios à formação e ao exercício profissional no âmbito do Serviço Social. É tarefa fundamental para o pensamentosocial crítico, no interior do Serviço Social brasileiro, analisar arealidade e extrair delas as condições para enfrentar os desafioscontemporâneos. O livro organizado por Ana Elizabete Mota e AngelaAmaral, Cenários, contradições e pelejas do Serviço Social brasileiro, que reúne artigos frutos de estudos e pesquisas de autores jáconsagrados na profissão e de uma nova geração de pesquisadores,constitui fonte imprescindível para estudantes, pesquisadores emilitantes do Serviço Social. Inspirados na tradição filosóficainaugurada por Karl Marx, os autores da presente coletânea enfrentamquestões teóricas e políticas contemporâneas, apresentando importantes reflexões para pensar a sociedade capitalista e o Serviço Social empleno século 21. Para pelejar, os autores recorrem às armas dacrítica, e é isso o que o leitor tem em mãos.
As transformações recentes no processo de produção e reprodução social impõem importantes desafios à formação e ao exercício profissional no âmbito do Serviço Social. É tarefa fundamental para o pensamentosocial crítico, no interior do Serviço Social brasileiro, analisar arealidade e extrair delas as condições para enfrentar os desafioscontemporâneos. O livro organizado por Ana Elizabete Mota e AngelaAmaral, Cenários, contradições e pelejas do Serviço Social brasileiro, que reúne artigos frutos de estudos e pesquisas de autores jáconsagrados na profissão e de uma nova geração de pesquisadores,constitui fonte imprescindível para estudantes, pesquisadores emilitantes do Serviço Social. Inspirados na tradição filosóficainaugurada por Karl Marx, os autores da presente coletânea enfrentamquestões teóricas e políticas contemporâneas, apresentando importantes reflexões para pensar a sociedade capitalista e o Serviço Social empleno século 21. Para pelejar, os autores recorrem às armas dacrítica, e é isso o que o leitor tem em mãos.