ATÉ OS LIMITES DA POLÍTICA

ATÉ OS LIMITES DA POLÍTICA

$52.623
IVA incluido
Sujeto Disponibilidad de Proveedor
Editorial:
ALAMEDA IBD
Año de edición:
ISBN:
978-85-397-9261-0
Páginas:
372
Encuadernación:
Otros
Idioma:
PORTUGUES
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Os políticos e cidadaos que reafirmaram a independencia apoiando a?revoluçao? de 1831 e as Regencias partilhavam tres certezas: acredibilidade na monarquia exercida por soberano de sua feitura, aconvicçao sobre a unidade do Império, e a necessidade de manter aescravidao. Entretanto, tinham também diferentes expectativas quantoàs competencias do Poder Moderador, do Conselho de Estado e dasprovíncias.
Elas fundamentariam movimentos armados contra ogoverno central, dentre os quais a Revoluçao Liberal de 1842,realizada por Minas e Sao Paulo, se singulariza por ter arregimentadopolíticos do porte dos senadores Diogo Feijó e Nicolau Vergueiro e dos deputados Rafael Tobias de Aguiar e Teófilo Ottoni.
Este episódiopouco explorado é tema deste livro instigante e bem informado queanalisa as implicaçoes políticas da reativaçao do Poder Moderador noinício do segundo reinado, dissolvendo ministérios (1840, 1842) eCamaras eleitas (1842, 1844). Também esmiúça perdas e ganhos inscritos nas reformas constitucionais ? a Lei de Interpretaçao do AtoAdicional (1840) e reforma do Código do Processo e do Conselho deEstado (1841) ? para os grupos políticos de Sao Paulo e Minas, ossentidos e decorrencias deste ?pegar em armas? e da polemica derrotana configuraçao dos partidos (saquarema e luzia) e do Estadomonárquico. Revela, sobretudo, a articulaçao nacional da rebeliao e ?a sintonia e o diálogo? entre as duas províncias, fatos que a anistia,o retorno dos réus ao Parlamento e a batalha política sobre a memóriados eventos relegaram a conveniente esquecimento.

Os políticos e cidadaos que reafirmaram a independencia apoiando a?revoluçao? de 1831 e as Regencias partilhavam tres certezas: acredibilidade na monarquia exercida por soberano de sua feitura, aconvicçao sobre a unidade do Império, e a necessidade de manter aescravidao. Entretanto, tinham também diferentes expectativas quantoàs competencias do Poder Moderador, do Conselho de Estado e dasprovíncias.
Elas fundamentariam movimentos armados contra ogoverno central, dentre os quais a Revoluçao Liberal de 1842,realizada por Minas e Sao Paulo, se singulariza por ter arregimentadopolíticos do porte dos senadores Diogo Feijó e Nicolau Vergueiro e dos deputados Rafael Tobias de Aguiar e Teófilo Ottoni.
Este episódiopouco explorado é tema deste livro instigante e bem informado queanalisa as implicaçoes políticas da reativaçao do Poder Moderador noinício do segundo reinado, dissolvendo ministérios (1840, 1842) eCamaras eleitas (1842, 1844). Também esmiúça perdas e ganhos inscritos nas reformas constitucionais ? a Lei de Interpretaçao do AtoAdicional (1840) e reforma do Código do Processo e do Conselho deEstado (1841) ? para os grupos políticos de Sao Paulo e Minas, ossentidos e decorrencias deste ?pegar em armas? e da polemica derrotana configuraçao dos partidos (saquarema e luzia) e do Estadomonárquico. Revela, sobretudo, a articulaçao nacional da rebeliao e ?a sintonia e o diálogo? entre as duas províncias, fatos que a anistia,o retorno dos réus ao Parlamento e a batalha política sobre a memóriados eventos relegaram a conveniente esquecimento.