ARQUEOMARXISMO

ARQUEOMARXISMO

$43.341
IVA incluido
Sujeto Disponibilidad de Proveedor
Editorial:
ALAMEDA IBD
Año de edición:
ISBN:
978-85-7939-172-9
Páginas:
227
Encuadernación:
Otros
Idioma:
PORTUGUES
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Esta obra é dedicada ao pensamento socialista. Sendo assim, oneologismo "arqueomarxista" usa o prefixo "arqueo" para designar oinício do marxismo. Por isso, os autores aqui analisados - Lenin,Trotsky, Gramsci, Lukács e Benjamin - representam o principio de umatradiçao.
O que Alvaro Bianchi nos traz neste ensaio é a essacombinaçao de autores em torno do fundamento do marxismo, isto é, daautoemancipaçao dos trabalhadores. Assim, o autor faz um diálogo comPerry Anderson, criador da distinçao entre marxismo "clássico" emarxismo "ocidental". A definiçao de marxismo "ocidental" seria, decerto modo, oposta àquela dos primeiros marxistas, Lenin e Trotsky.Para o historiador ingles, Lukács, Gramsci e Benjamin seriam os heróis fundadores de uma tradiçao "pessimista" e "esotérica", enredada nastramas da "cultura ocidental".
Desta forma, Alvaro Bianchirevisitou tanto a obra dos autores clássicos quanto a dos ocidentais a partir de uma preocupaçao distinta: antes de teóricos da economia, da política ou da cultura, sao autores revolucionários. E isso faz todaa diferença. Vitoriosos ou perdedores, os "arqueomarxistas" nuncaabandonaram o terreno da revoluçao socialista.
Essa reflexao, quese faz contemporanea, é a que conduz à renúncia e à acomodaçaopolítica. Ao contrário do conservadorismo inerente ao classicismodaqueles que identificam na obra desses autores apenas uma rica fontede ideias, os comentários de Alvaro Bianchi nos arremessampoliticamente para fora do reformismo e para dentro do debateestratégico e do socialismo. Provocativamente, ele nos lança nadireçao do futuro do "arqueomarxismoö.

Esta obra é dedicada ao pensamento socialista. Sendo assim, oneologismo "arqueomarxista" usa o prefixo "arqueo" para designar oinício do marxismo. Por isso, os autores aqui analisados - Lenin,Trotsky, Gramsci, Lukács e Benjamin - representam o principio de umatradiçao.
O que Alvaro Bianchi nos traz neste ensaio é a essacombinaçao de autores em torno do fundamento do marxismo, isto é, daautoemancipaçao dos trabalhadores. Assim, o autor faz um diálogo comPerry Anderson, criador da distinçao entre marxismo "clássico" emarxismo "ocidental". A definiçao de marxismo "ocidental" seria, decerto modo, oposta àquela dos primeiros marxistas, Lenin e Trotsky.Para o historiador ingles, Lukács, Gramsci e Benjamin seriam os heróis fundadores de uma tradiçao "pessimista" e "esotérica", enredada nastramas da "cultura ocidental".
Desta forma, Alvaro Bianchirevisitou tanto a obra dos autores clássicos quanto a dos ocidentais a partir de uma preocupaçao distinta: antes de teóricos da economia, da política ou da cultura, sao autores revolucionários. E isso faz todaa diferença. Vitoriosos ou perdedores, os "arqueomarxistas" nuncaabandonaram o terreno da revoluçao socialista.
Essa reflexao, quese faz contemporanea, é a que conduz à renúncia e à acomodaçaopolítica. Ao contrário do conservadorismo inerente ao classicismodaqueles que identificam na obra desses autores apenas uma rica fontede ideias, os comentários de Alvaro Bianchi nos arremessampoliticamente para fora do reformismo e para dentro do debateestratégico e do socialismo. Provocativamente, ele nos lança nadireçao do futuro do "arqueomarxismoö.