Este é um contributo inestimável de alguém que sabe bem o que escrevee porque o escreve, que conhece os conceitos e as reflexõesdoutrinárias e jurisprudenciais, mas não se coíbe de com consistêncianos dar conta das suas experimentadas reflexões, apontando novoscaminhos. Através deste Livro, percebe-se também que agora tudo secomeça a ajustar. As Polícias aceitam a direcção do inquérito peloMinistério Público, embora sem deixar de se afirmarem através do seusaber próprio, e o Ministério Público assume essa direcção com aconvicção de que a investigação criminal é uma ciência que requerestudo e que as Polícias são essenciais para a sua realização. (Doprefácio por Fernando Negrão)