Não está em causa nenhum jogo de palavras, nem qualquer espécie deniilismo ou cepticismo radical. Trata-se apenas de uma perplexidadeepistemológica, exprimida a nível ontológico, cosmológico e teológico, mas que não se radica numa maiêutica filosófica, antes naconstatação, vivenciada interiormente, de que o paradoxo faz parte danatureza das coisas.