«Chamo-me Sofia. Tenho onze anos e meio, e quando for grande quero ser inútil». Assim começa um relato inocente, profundo e comovente de uma menina que adora a praia no inverno, que prefere Mozart ou Kandinskyà matemática, e que não pode suportar que o pai lhe diga que um diaterá de «ganhar a vida».
«Chamo-me Sofia. Tenho onze anos e meio, e quando for grande quero ser inútil». Assim começa um relato inocente, profundo e comovente de uma menina que adora a praia no inverno, que prefere Mozart ou Kandinskyà matemática, e que não pode suportar que o pai lhe diga que um diaterá de «ganhar a vida».